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Audácia: Uma história de Desafio, Distinção e Desejo.

Desde 1914

Foi no dia 1 de dezembro de 1914, em Bolonha, que os irmãos Maserati fundaram a Maserati, uma marca destinada a ficar na história do automóvel. Inicialmente, o negócio da Maserati era uma oficina que operava em Bolonha, no n° 1 da Via de’ Pepoli; os irmãos Maserati começaram a trabalhar nos seus próprios projetos de automóveis no eclodir da Primeira Guerra Mundial.
Durante as décadas de 1920 e 1930, a garagem Maserati continuou a criar automóveis de competição para venda em todo o mundo, produzindo também automóveis de estrada com toda a elegância inconfundível da marca, combinada com a performance desportiva oriunda dos circuitos.

Em 1937, quando a família Orsi assumiu a gestão do negócio, a Maserati mudou-se da sua sede original, em Bolonha, para um espaço em Modena, na Viale Ciro Menotti, onde alguns dos modelos chave desportivos e GT da marca ainda hoje continuam a ser concebidos e produzidos.

Uma vez terminada a guerra, Alfieri estava determinado a recuperar o seu sonho; encontrou uma fábrica de garrafas desativada no distrito de Pontevecchio, no número 179 da Frazione Alemanni, em Bolonha. As novas instalações eram suficientemente amplas para os irmãos Maserati se mudarem para lá com as suas famílias, e foi aqui que a empresa adotou o nome de Officine Alfieri Maserati SA. Entretanto, durante a guerra, Alfieri Maserati abriu também uma fábrica de velas de ignição em Milão, sob o nome Fabbrica Candele Maserati; também esta se mudou para Bolonha em 1919.

1900-1920: Os primeiros anos

1900 - Uma paixão familiar

A história da Maserati teve início durante o período em que Itália foi uma monarquia, com o operário ferroviário Rodolfo Maserati, a sua mulher Carolina e os seus sete filhos. Rodolfo era, de certa forma, um homem do futuro, e dele os irmãos Maserati iriam herdar a paixão pela velocidade. À entrada do novo século, a família estava completa: o filho mais novo, Ettore, nasceu em 1894, enquanto que o mais velho, Carlo, nascido em 1881, já tinha começado a sua carreira.

1900 - Carlo Maserati: das bicicletas aos motores

O primogénito Carlo Maserati concebeu o seu primeiro motor de um único cilindro aos 17 anos de idade, e antes do final do ano foi contratado pela Fiat como piloto de testes. Durante a sua estada em Turim, concebe um novo motor monocilíndrico nos seus tempos livres, que instalou num chassis de automóvel construído em madeira. Este pode ser considerado, em certos aspectos, o nascimento do primeiro Maserati. 

1903 - Carlo Maserati com grandes ambições

Carlo Maserati deixou a Fiat em 1903 e foi contratado pela Isotta Fraschini como piloto de ensaios e ajudante no centro de testes. Enquanto aí permaneceu, trouxe para a empresa o seu irmão Alfieri, na altura com apenas 16 anos. Quando Carlo finalmente deixou a Isotta Fraschini, em 1908, Alfieri ficou. Em 1908, no seu Isotta Fraschini número 41, participou no Grande Prémio de Voiturette, em Dieppe. Ficou em décimo-quarto, sendo primeiro entre os automóveis de quatro cilindros. 

1908 - A morte de Carlo

Em 1909, Carlo Maserati fundou a sua própria empresa. Naturalmente, não tinha perdido a sua paixão pelos automóveis, mas o objetivo do seu novo negócio era a conceção e produção de um avião excecional. Carlo começou de imediato a trabalhar neste projeto, mas, em 1910, uma doença pulmonar pôs fim à sua vida e aos seus sonhos. A perda foi devastadora para os seus irmãos, mas Carlo permaneceu como um exemplo brilhante, que jamais seria esquecido. Nesta altura, a responsabilidade caiu sobre os ombros de Alfieri. 

1913 - A primeira oficina de Alfieri

A 1 de Dezembro de 1913, Alfieri mudou-se para Bolonha, onde arrancou com um centro de assistência para a Isotta Fraschini. Mas em breve, seguindo as pegadas de Carlo, decidiu prosseguir sozinho, envolvendo os irmãos no seu novo negócio. O resultado foi a fundação da "Società Anonima Officine Alfieri Maserati", uma garagem automóvel com uma oficina agregada, no número 1 da via de’ Pepoli. Cinco meses depois, Itália entrava em guerra. Alfieri e Ettore foram recrutados para o serviço militar.

1914 - Uma nova morada para a oficina Maserati

Quando a guerra terminou, Alfieri procurou iniciar algumas atividades. Encontrou uma fábrica de garrafas em Julho de 1914, e para aqui transferiu a produção de velas de ignição, que tinha iniciado em Milão durante a Grande Guerra. Por fim, um letreiro sobre as três grandes janelas declarava, agora, oficialmente, que a “Officine Alfieri Maserati SA” estava em atividade.

1915 - A guerra não parou os irmãos Maserati

Quando Itália entrou na guerra, os irmãos Maserati foram recrutados mas permaneceram bem atrás das linhas de batalha. Na verdade, por terem concebido e produzido velas de ignição especiais para motores de aviões, o exército beneficiou da sua competência técnica. 

1918 - D'Annunzio vuela con bujías Maserati

Las bujías con aislante de mica patentadas por Alfieri se utilizaron en los aviones SVA. El 9 de agosto de 1918, el poeta Gabriele d’Annunzio voló uno de estos aviones cuando su famoso ataque sobre Viena, una hazaña que contribuyó en gran medida a su leyenda. 

O começo de um sonho

No início do século vinte, os motores não eram de todo fiáveis, e grande parte das avarias eram causadas pelos seus sistemas elétricos. Em 1907, Carlo Maserati alterou a voltagem do seu sistema eléctrico Bianchi, assim resolvendo a falha da ignição no interior da câmara de combustão. Uma solução que melhorou consideravelmente a fiabilidade, além de incrementar a performance e de garantir um débito de potência mais contínuo.

Alfiere continuou até descobrir que alguns dos problemas com as velas de ignição se deviam ao seu mau isolamento, pelo que desenvolveu um novo modelo isolado recorrendo à mica, um mineral especial que permitiu aos motores oferecerem um muito melhor desempenho, melhorando consideravelmene a sua fiabilidade. 

1920-1940: Rivais e recordes

1920- O Tridente: uma criação de Mario Maserati

Alfieri, Ernesto e Ettore trabalharam arduamente na criação do primeiro Maserati. Contudo, outro dos seus irmãos, Mario, que era um artista e nada sabia de motores, foi chamado para desenhar o logótipo. Mario escolheu utilizar um dos mais caraterísticos símbolos de Bolonha: o tridente da estátua de Neptuno na Piazza Maggiore, um símbolo de força e vigor. Adotou também as cores vermelha e azul da bandeira da cidade de Bolonha, que até hoje permancem como as cores da Maserati.

1922 - Alfieri leva o Diatto à vitória

Depois de reformular por completo o motor, Alfieri venceu a corrida Susa-Moncenisio num Diatto, à extraordinária velocidade média de 69 km/h. Em parceria com Ernesto, repetiu o feito pouco depois, na corrida Aosta-Gran San Bernardo.

1925 - Diego De Sterlich: um nobre amigo

Alfieri Maserati voltou às corridas em 1920, primeiro num modelo SCAT, e, posteriormente, num Nesseldorf de quatro cilindros. Os resultados não foram excecionais, mas tornaram-no ainda mais determinado em criar o primeiro verdadeiro Maserati.

1932 - O mundo das corridas chora por Alfieri

Em 1932, Alfieri morre durante uma cirurgia, com apenas 44 anos de idade. Após um grave acidente em 1927, o seu único rim já se encontrava fraco há bastante tempo: para o tentar salvar, os médicos operaram uma cirurgia drástica, infelizmente, sem êxito. Bolonha ficou paralisada: entre os presentes nas cerimónias fúnebres encontravam-se os pilotos mais importantes da época, de Nuvolari e Nazarro a Minoia, Borzacchini, Campari, passando pelo Marquês de Sterlich. A grande perda foi muito sentida, principalmente pela família Maserati e pela empresa. Bindo Maserati deixou a Isotta Fraschini para se voltar a juntar aos irmãos, que o elegeram presidente da empresa. O jóvem, mas talentoso, Ernesto ficaria responsável pela parte técnica. O novo Tipo V5 teve a sua estreia triunfante, e a marca continuou a prosperar, apesar da difícil situação económica.

1933 - O grande Nuvolari

Em 1933, Tazio Nuvolari chegou à Maserati. Depois de se desentender com Enzo Ferrari, que não o quis como sócio em partes iguais, o lendário piloto decidiu correr pela Maserati: pilotando o 8CM, venceu o GP da Bélgica, a Ciano Cup, o GP de Nice e o Tourist Trophy. Este automóvel era uma evolução do anterior 8C, com uma suspensão redesenhada por Ernesto Maserati. O chassis dianteiro foi tornado mais rígido por sugestão do piloto. Continuaram a trabalhar juntos até 1934, embora Tazio nunca tenha chegado a fazer parte da equipa oficial. Em vez disso, comprou um carro e, com Ernesto a garantir a assistência técnica, continuou a correr como piloto privado.

1937 - Parceria com Orsi

A Maserati encontrava-se sob constante pressão das novas entradas alemãs no setor, a Mercedes e a Auto Union, fortemente apoiadas pelo regime do Terceiro Reich. Ernesto, Ettore e Bindo consideraram que o país precisava de uma decisiva mudança de rumo: por este motivo, aceitaram a colaboração do conhecido empresário italiano Adolfo Orsi. Em 1937, Ernesto, Ettore e Bindo venderam-lhe a empresa na totalidade. Contudo, continuaram a exercer funções diversas de gestão nas duas empresas distintas.

1939 - Uma vitória em Indianápolis

O primeiro produto da era Orsi-Maserati foi revelado em março de 1938. Era o 8CTF: 8 Cillindri Testa Fissa (8 cilindros de Cabeça Fixa). A Maserati alcançou a sua primeira vitória americana em 1939, com o modelo 8CTF, renomeando-o como "Boyle's Special". A Maserati foi o primeiro fabricante italiano a ganhar o prestigiado título, e o feito foi repetido no ano seguinte.

A Maserati sempre se dedicou fortemente ao desenvolvimento de soluções de engenharia inovadoras, mas um elemento fundamental para as suas vitórias nos circuitos foi a sua investigação no domínio das ligas ultraleves. Desde a sua fundação, a marca procurou constantemente por materiais mais rígidos e leves, que lhe permitissem melhorar o desempenho dinâmico dos seus automóveis, primeiro nas pistas, e depois na estrada, oferecendo aos clientes sensações de condução únicas, um comportamento desportivo ímpar e um puro prazer de condução.

1940-1960: Aclamação internacional

1940 - Nova Sede, novas oportunidades

Com o eclodir da Segunda Guerra Mundial, a Maserati tinha trocado Bolonha por Modena. Contudo, durante a guerra, teve que abdicar da produção de automóveis de competição e concentrar-se na produção de velas de ignição e outros itens cruciais para o esforço de guerra. Durante este período, a Maserati Velas de Ignição e Baterias continuou a fornecer à Maserati Auto as baterias de que necessitava para os seus veículos elétricos, produzidos entre 1940 e 1945. 

1946 - Maserati A6: o primeiro Pininfarina Gran Turismo

No início de março de 1946, o protótipo do que pode ser considerado como o primeiro GranTurismo - ou seja, o primeiro Maserati destinado a uma utilização quotidiana, e não à competição - foi apresentado no Salão Automóvel de Genebra. Foi batizado simplesmente como "A6" - a letra A em honra de Alfieri, o número 6 indicando o número de cilindros do motor. O conceito e a originalidade foram de imediato reconhecidos pelo público, e a produção teve início de forma determinada. Em 1948, no Salão Automóvel de Turim, a Maserati mostrou o primeiro modelo A6 1500, cujo incrível estilo foi obra do reputado designer Pininfarina.

1946 - Maserati A6: o primeiro Pininfarina Gran Turismo

No início de março de 1946, o protótipo do que pode ser considerado como o primeiro GranTurismo - ou seja, o primeiro Maserati destinado a uma utilização quotidiana, e não à competição - foi apresentado no Salão Automóvel de Genebra. Foi batizado simplesmente como "A6" - a letra A em honra de Alfieri, o número 6 indicando o número de cilindros do motor. O conceito e a originalidade foram de imediato reconhecidos pelo público, e a produção teve início de forma determinada. Em 1948, no Salão Automóvel de Turim, a Maserati mostrou o primeiro modelo A6 1500, cujo incrível estilo foi obra do reputado designer Pininfarina.

1950 - O nascer da Fórmula 1

O ano de 1950 marcou o início daquilo que, quatro anos mais tarde, se tornaria na Fórmula 1. A Maserati esteve presente desde a primeira corrida, embora, tendo em conta os regulamentos desta primeira fase, os seus veículos fossem ainda considerados como F2. 

1954 - A era Fangio

Juan Manuel Fangio venceu tanto o Grande Prémio da Argentina como o da Bélgica, em 1954. Após este feito, o piloto argentino, que já tinha corrido pela Mercedes, regressou a Estugarda e, depois, à Ferrari, mas o ponto alto da sua carreira estava ainda por chegar, e seria alcançado a bordo de um Maserati. Em 1954, os regulamentos do Campeonato do Mundo alterar-se-iam novamente: a Maserati encontrava-se, mais uma vez, na liderança, com o 250F, e a sua estreia traduziu-se, de imediato, numa vitória,

1956 - O grande duelo Ferrari-Maserati

Em 1956, a Fórmula 1 tornou-se num duelo familiar entre os rivais de Modena: Ferrari e Maserati. Modena era uma cidade dividida, metade apoiando uma equipa, a outra metade apoinado a outra. Aos domingos, os carros enfrentavam-se em pista. Nas manhãs de segunda-feira, os adeptos vencedores desfrutavam do direito de se vangloriar sobre os vencidos nos bares e sob as colunatas no centro da cidade. 

1957 - A grande reviravolta

Após a enorme vitória de 1957, uma série de dificuldades financeiras obrigaram Adolfo Orsi a encerrar certos setores do seu império industrial, incluindo a divisão desportiva. Foi um enorme sacrifício, mas marcou o início de uma reviravolta, que se focaria exclusivamente no setor automóvel. 

1957 - A vitória mais espetacular

O célebre Juan Manuel Fangio regressou à Maserati em 1957. Conquistou quatro dos oito Grandes Prémios necessários para vencer o título mundial: Argentina, Mónaco, França e o mais importante, Alemanha. Foi, de fato, no circuito de Nürburgring, naquele domingo de 4 de agosto, que o extraordinário piloto argentino obteve a maior vitória da sua carreira, tornando-se Campeão do Mundo pela quinta e última vez.

1960-1980: La Dolce Vita e o estatuto Presidencial

1960 - A dama branca e o Xá da Pérsia

A "Dama Branca", como era conhecido o protótipo do 3500 GT, foi a resposta da Maserati ao mercado automóvel durante os anos da expansão económica. A Maserati lançou também o GTI, em 1961. Até o Xá da Pérsia ficou impressionado com a Dama Branca, mas pretendia algo ainda mais exclusivo. O conhecido engenheiro Giulio Alfieri aceitou o desafio, instalando o motor de 8 cilindros do 450 S num GranTurismo. O "Xá da Pérsia" ainda é considerado por colecionadores e historiadores como um dos modelos mais requintados de sempre. Com os seus acabamentos em ouro e madeira preciosa, era, na época, o mais exclusivo e luxuoso automóvel do mundo.

1961 - Outra vitória Maserati

Embora a Maserati tivesse abandonado as pistas de corrida, o desejo de competir permaneceu nas suas veias. Foi nesta altura que o engenheiro Giulio Alfieri criou o lendário Tipo 60. Conhecido pela sua alcunha Birdcage, não participou em competições oficiais sob o nome da Maserati, embora tenha sido utilizado pelas mais prestigiadas equipas e tenha vencido corridas importantes, caso das suas duas vitórias consecutivas, em 1960 e 1961, nos 1000 kms de Nürburgring, assim como de outras vitórias ainda mais importantes nos EUA. 

1961 - O chassis do Birdcage

O Engenheiro Chefe da Maserati, Giulio Alfieri, começou a trabalhar num chassis absolutamente revolucionário, concebido para ser leve mas extremamente rígido, por forma a poder oferecer performances excecionais e um comportamento soberbo. O que levou ao nascimento do chassis Birdcage, uma estrutura genial que permitiu à Maserati voltar a trilhar o caminho da vitória. Este tipo de chassis serviu de base a cinco automóveis distintos: os Maserati Tipo 60, Tipo 61, Tipo 63 e Tipo 64, e o moderno Birdcage 75th.

1963 - O sucesso do Quattroporte no Salão Automóvel de Turim

A ideia de montar um motor de competição Maserati numa berlina foi sugerida ao 'Commendatore' Orsi pelo jornalista Gino Rancati. No Salão Automóvel de Turim, em 1963, a Maserati surpreendeu o mundo automóvel com a apresentação do Quattroporte, a berlina mais rápida do mundo. No mesmo ano, o leve, extremamente desportivo e potente Mistral foi apresentado no Salão Automóvel de Turim. Foi o primeiro Maserati a ser identificado com o nome de um vento famoso.

1965 - Pavarotti ao volante do Sebring

O Sebring evoluiu a partir do 3500 GT. Acabado de ser laureado com o seu recente sucesso no Convent Garden, em Londres, Luciano Pavarotti, o jovem tenor de Modena, presenteou-se com um Sebring. Foi o início de uma longa relação entre a Maserati e o grande Maestro.

1967 - O Ghibli, a primeira obra prima de Giugiaro

A partir de meados dos anos de 1960, a Maserati tornar-se-ia célebre pela sua associação ao célebre designer italiano Giorgetto Giugiaro. O seu primeiro projeto, o Ghibli de 8 cilindros, foi lançado no Salão Automóvel de Turim em 1966 e tornou-se num sucesso imediato. Inicialmente, a Maserati planeara produzir apenas 100 unidades, mas a produção foi imediatamente aumentada para 400 exemplares. Na verdade, permaneceu em produção até ao fim de 1972, e foram fabricados um total de 1295 exemplares, tanto na versão Spyder como Coupé. 

1970 - Uma era de grandes mudanças

A família Orsi decidiu injetar sangue novo na empresa, acolhendo um novo parceiro: a Citroën. A empresa foi reorganizada por modelos, e tornou-se mais estruturada sob a influência e o exemplo empresarial do fabricante de automóveis francês. Muitas outras alterações ocorreram durante os anos de 1970: a família Orsi finalmente retirou-se, e a Citroën vendeu a sua participação na companhia à Gepi, uma empresa detida pelo estado italiano, dirigida pelo empresário italoargentino Alejandro De Tomaso. 

1971 - O Maserati Bora: Giugiaro repete a proeza!

O conceituado designer Giorgetto Giugiaro criou a sua nova obra-prima, o Bora, em 1971. Igualmente inesquecível foi o Merak, descrito por Adolfo Orsi Jr. como "o irmão mais novo" do Bora. No Salão Automóvel de Genebra de 1972, Giugiaro apresentou um coupé de aparência futurista, de seu nome Boomerang. Embora nunca tenha chegado à produção, ainda é considerado um dos seus mais célebres protótipos, e um dos proptótipos mais irreverentes de toda a história da Maserati. O Boomerang possuía um design extremamente futurista, concebido para estar muitos anos à frente do estilo da marca, introduzindo uma forma em cunha que mais tarde seria utilizada em muitos outros modelos. Exibia linhas ousadas e uma carroçaria muito baixa, larga e aerodinâmica: um verdadeiro automóvel de competição concebido para a estrada. 

1978 - O automóvel presidencial

Em 1978, Sandro Pertini, o resistente italiano dos tempos de guerra que se havia tornado Chefe de Estado, escolheu o Quattroporte Royale como carrro oficial. Foi utilizado até 1985. O Presidente Pertini viajou sempre neste automóvel, mesmo durante uma marcante visita a Maranello, quando Enzo Ferrari se recusou a conhecer o Maserati presidencial à sua chegada, devido à rivalidade de longa data entre as duas célebres marcas de Modena. 

1980 - 2015: Passado e presente

1980 - Sempre o protagonista

O Maserati Quattroporte foi considerado sinónimo de elegância e estilo, de tal forma que figurou em diversos filmes dos anos de 1980. Sylvester Stallone elegeu-o como o automóvel de Rocky Balboa em Rocky III (1982), enquanto que David Cronenberg utilizou-o em dois filmes, A Mosca (1982) e Zona de Perigo (1983). 

1981 - O enorme sucesso do Biturbo

O Biturbo foi o automóvel mais simbólico dos anos de 1980. Acabaria por ser o Maserati mais produzido de todos os tempos. Nas suas múltiplas versões e evoluções, entre 1982 e 1993, foram fabricados cerca de 37 000 exemplares.

1993 - Ferrari, de rivais a parceiros

Para a Maserati, o futuro começou em 1993, quando a empresa foi adquirida pelo Grupo Fiat. Giovanni Agnelli, com uma visão incrível, percebeu o enorme potencial deste ainda pequeno ícone italiano da excelência. A empresa é dirigida por Luca di Montezemolo, Presidente e CEO da Ferrari. A parceria entre os dois mais famosos fabricantes de automóveis de Modena estava destinada a tornar-se ainda mais célebre do que que a sua anterior rivalidade. 

1998 - 3200 GT, el nuevo coupé de Giugiaro

A primeira proeza da administração Ferrari foi promover a conclusão de um projeto em aberto: o 3200GT, um coupé desenhado por Giorgetto Giugiaro, inicialmente lançado no Salão Automóvel de Paris de 1998. Contudo, foi de imediato decidido que o coupé seria melhorado com um motor produzido em Maranello. A partir desta ideia revolucionária, nasceu o Spyder, o automóvel que marcou o regresso da Maserati aos Estados Unidos. 

2001 - À conquista dos EUA

Depois de uma ausência de doze anos do mercado americano, a Maserati regressou aos Estados Unidos em 2001. Um fabricante de automóveis capaz de superar os testes de qualidade e de segurança nos EUA estava pronto qualquer desafio, e não foi coincidência que este regresso tenha sido comemorado em grande estilo durante a noite de gala da Fundação Italo-Americana Contra o Cancro. O Maserati Spyder, o primeiro verdadeiro Maserati com um motor de Maranello, foi a estrela do leilão de beneficência. A licitação vencedora, no valor de 130 mil dólares, coube a um banqueiro italiano, sediado em Milão e Nova Iorque. 

2003 - A Maserati celebra o regresso de Pininfarina

Depois do lançamento do primeiro GranTurismo, quase meio século antes, o célebre designer italiano Pininfarina iria regressar para criar um Maserati: o novo Quattroporte. A chegada do novo Quattroporte completou a gama da Maserati e aumentou significativamente as vendas. A fama do Quattroporte conheceu um incremento adicional quando um segundo presidente italiano, Carlo Azeglio Ciampi, o elegeu como o seu automóvel oficial. 

2004 - Campeões Mundiais uma e outra vez...

Em 2004, a Maserati regressou também às vitorias na competição com o seu extraordinário carro de corridas, o MC12, que conseguiu acumular uma impressionante série de troféus. A participação da Maserati no FIA GT, de 2005 a 2010, foi coroada com catorze títulos (e dezanove vitórias): dois títulos de Construtores (2005 e 2007), cinco Campeonatos de Pilotos (Bartels-Bertolini em 2006, Thomas Biagi em 2007, e Bartels-Bertolini em 2008, 2009 e 2010); seis Campeonatos de Equipas (ininterruptamente desde 2005, pela equipa Vitaphone Racing Team); uma Citation Cup em 2007, conquistada pelo gentleman driver Ben Aucott, da equipa JMB Racing, e ainda três vitórias absolutas nas 24 Horas de Spa (2005, 2006 e 2008).

2005 - O protótipo Birdcage 75th

Este protótipo foi criado em 2005 para comemorar o 75º aniversário de Sergio Pininfarina, fazendo uso do nome, e imitando o caráter inovador, dos emblemáticos modelos Maserati Birdcage que desempenharam um papel de tão grande destaque no automobilismo na década de 1960. Um automóvel de sonho, criado não para ser funcional, mas para ficar na memória ao longo dos anos. Caraterísticas técnicas futuristas, como a cúpula que protege os ocupantes, conferiam-lhe uma aparência extremamente aerodinâmica e um design que conquistou de imediato um lugar nos livros de história.

2007 - GranTurismo, um enorme sucesso

Depois do Quattroporte, o célebre designer Pininfarina criou um novo coupé que teria um profundo impacto na história da Maserati. Incrivelmente belo, o GranTurismo venceu no Salão Automóvel de Genebra de 2007.

2013 - Maserati Ghibli

Uma combinação perfeita entre design, desempenho desportivo e conforto. Uma berlina com linhas simples e elegantes, prestigiadas por materiais requintados. Formas esculpidas e contornos claramente definidos, interligados por linhas acentuadas que geram movimento. Um grand tourer com uma classe inconfundível e um desempenho sem paralelo; rápido e reativo, com um interior confortável, o design deste automóvel assenta em toda a experiência e história da Maserati. 

2013 - O novo Maserati Quattroporte

O novo Maserati Quattroporte. A mais recente e excecional criatura da Maserati é um automóvel verdadeiramente espantoso. Partindo da magnífica tradição Quattroporte, mantém uma silhueta inconfundível e intemporal. Redefinido a partir de uma abordagem extremamente moderna, encerra a luxuosa alma de uma berlina e o espírito desportivo de um grand tourer.

2014 - Protótipo Alfieri

O protótipo Alfieri, apresentado em 2014, no Salão Automóvel de Genebra, é mais do que apenas um protótipo. É uma afirmação! Uma prova adicional de como a Maserati é, na sua verdadeira essência, uma marca de automóveis desportivos, define o caminho para a continuação do legado da Maserati na competição. 

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